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Cuidar de um bebê é um processo cheio de descobertas, dúvidas e decisões importantes. A cada fase, os pais buscam caminhos seguros para garantir bem-estar, conforto e tranquilidade. Entre os temas que mais despertam curiosidade está o uso do chá de camomila para bebê, algo frequentemente associado à ideia de calma, alívio de cólicas e noites mais tranquilas. Mas, apesar de parecer simples, oferecer chá ao bebê exige cuidado, respeito ao desenvolvimento infantil e atenção às recomendações mais importantes. Neste texto do blog da Cabide Infantil, vamos explicar quando o chá de camomila pode ser considerado, quais são seus possíveis benefícios, os cuidados necessários, como preparar com segurança e por que nem todos os bebês devem consumi-lo.
A camomila é tradicionalmente conhecida por suas propriedades calmantes e digestivas. Adultos frequentemente recorrem ao chá para reduzir ansiedade, relaxar, melhorar o sono ou aliviar desconfortos estomacais. Naturalmente, muitos pais se perguntam se esses benefícios poderiam ser estendidos aos bebês, especialmente em fases de cólica, agitação ou dificuldade para dormir. A busca por soluções naturais e delicadas faz com que o chá de camomila apareça como uma alternativa possível — desde que usado com responsabilidade e no momento adequado. Ainda assim, é importante lembrar que os bebês têm necessidades específicas e um corpo que está em pleno desenvolvimento. Assim, aquilo que funciona para adultos não necessariamente se aplica a crianças tão pequenas, especialmente nos primeiros meses de vida. Por isso, antes de pensar em oferecer chá, é essencial entender quando ele é seguro e quando deve ser evitado.
A recomendação mais importante sobre o uso de chá de camomila para bebê é quanto à idade. Nos primeiros seis meses de vida, o bebê deve consumir apenas leite materno ou fórmula infantil. Nesse período, o sistema digestivo está em desenvolvimento e não está preparado para receber outros líquidos, mesmo naturais. Isso significa que o chá de camomila não deve ser oferecido para bebês menores de 6 meses. Qualquer quantidade, mesmo pequena, pode atrapalhar a absorção dos nutrientes essenciais presentes no leite, além de causar irritações ou desconfortos digestivos. Após os 6 meses, quando começa a introdução alimentar, alguns bebês podem consumir pequenas quantidades de chá de camomila — desde que o uso seja eventual, moderado e autorizado pelo pediatra. É somente a partir dessa fase que o organismo do bebê começa a se adaptar a novos sabores, texturas e líquidos, permitindo considerar alternativas além do leite.
Quando usado de forma consciente, segura e ocasional, o chá de camomila pode trazer benefícios para alguns bebês a partir dos seis meses. Esses benefícios não são garantidos para todas as crianças, mas muitas famílias observam efeitos positivos, especialmente nos seguintes cenários:
As cólicas são muito comuns nos primeiros meses e podem persistir, em menor intensidade, após os seis meses. A camomila é tradicionalmente conhecida por ter ação suave no sistema digestivo, o que pode contribuir para reduzir incômodos, eliminar gases e proporcionar uma sensação de conforto abdominal.
A camomila também é reconhecida por suas propriedades relaxantes. Em alguns bebês, pequenas quantidades de chá podem ajudar a diminuir a agitação, especialmente ao final do dia ou em momentos de irritabilidade. Muitos pais buscam esse efeito calmante como apoio na rotina noturna, antes de colocar o bebê para dormir.
Mais do que o chá em si, o momento de oferecer algo morno e suave pode transmitir acolhimento. O bebê sente a atenção, o carinho e a presença cuidadosa dos pais, o que também contribui para sua tranquilidade emocional. O efeito de segurança e calma pode vir não apenas da camomila, mas do próprio vínculo entre bebê e cuidador.
Por mais que o chá de camomila pareça inofensivo, seu uso exige cautela. Cada bebê tem um organismo único, e algumas reações podem ocorrer mesmo quando tudo é oferecido com cuidado. Por isso, antes de incluir o chá na rotina, é essencial considerar alguns pontos importantes.
A camomila pertence à mesma família de plantas que margaridas, crisântemos e outras flores. Bebês que possuem histórico de alergias na família podem apresentar reações como irritações na pele, coceira, inchaço ou desconforto após consumir o chá. Por isso, sempre ofereça pequenas quantidades e observe cuidadosamente qualquer alteração.
Mesmo após os seis meses, alguns bebês continuam mais sensíveis a novos alimentos e líquidos. O chá pode causar leve irritação estomacal ou alteração no funcionamento intestinal caso o organismo ainda não esteja totalmente adaptado à introdução de novos elementos.
O chá de camomila não deve ser oferecido diariamente nem substituir o leite materno ou a fórmula. Ele deve ser considerado apenas como apoio ocasional e nunca como parte principal da rotina alimentar do bebê. O uso em excesso pode diminuir a ingestão de nutrientes essenciais.
É fundamental garantir que o chá seja preparado com água filtrada e fervida, que fique bem fraco e que seja oferecido apenas após esfriar. O excesso de concentração pode irritar o estômago do bebê, e a água morna demais pode representar risco de queimadura.
Sempre observe o bebê após oferecer o chá. Caso apareça qualquer sinal de irritação, vermelhidão, alterações respiratórias, desconforto ou mudança no comportamento habitual, suspenda imediatamente o uso.

Se, após avaliação cuidadosa e orientação profissional, você decidir oferecer chá de camomila ao bebê, siga estas recomendações:
Seguindo esses passos, a experiência tende a ser mais segura e cuidadosa, sempre respeitando o momento do bebê.
Na Cabide Infantil, valorizamos decisões informadas, respeitosas e alinhadas ao bem-estar dos pequenos. Por isso, defendemos que o uso do chá de camomila seja feito de forma moderada, cuidadosa e responsável. Ao entender a idade adequada, os riscos, os benefícios e as melhores formas de preparo, os pais conseguem tomar decisões mais seguras. Cada bebê é único, com suas próprias necessidades e respostas. O que funciona para uma criança pode não funcionar para outra, e isso faz parte da maternidade e paternidade. O mais importante é observar com carinho, agir com calma e sempre priorizar o conforto e a segurança do bebê. Se você deseja mais conteúdos como este, dicas de cuidado, orientações e informações práticas para o dia a dia com seu pequeno, aproveite para visitar a loja Cabide Infantil, onde reunimos produtos, ideias e artigos pensados para facilitar sua rotina com muito carinho.
Não. Até os seis meses, o bebê deve consumir apenas leite materno ou fórmula infantil. O chá de camomila não é indicado antes dessa idade.
De forma ocasional, em pequenas quantidades, com o chá bem fraco e totalmente frio. Observe sempre a reação do bebê após o consumo.
Não. O chá nunca deve substituir mamadas. Ele não oferece os nutrientes essenciais para o desenvolvimento do bebê.
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